Você Compra Coisas Por Impulso?

Bem dita Black Friday; mal dita Black Friday


E aí? Aproveitou bem as promoções e liquidações?


Sim?


Comprou um monte de coisas que precisava?


Hã? Comprou também coisas que não precisava? Um monte de coisas? Ficou feliz quando comprou?


Estourou o cartão de crédito? Tá com dor de barriga (ou dor de cabeça) agora? Arrependimento? Remorso? Desespero? Culpa? Frustração?


E o dinheiro que você ia guardar para a compra do apartamento? Ou para quitar o fies, ou para poder voltar para faculdade? Quanto tempo você vai levar para reorganizar as contas? Vai conseguir? Tem que conseguir? Não sabe se vai conseguir? Já aconteceu antes? Muitas vezes? É sempre assim? Não se preocupe, pois isso tem cura!


Todos os comportamentos humanos são regidos por processos mentais inconscientes. Um comportamento muito comum e perturbador é o ato de comprar coisas sem necessitar ou fora do orçamento (para os poucos que fazem o seu orçamento).


Como todos os tipos de atos compulsivos, gastar de modo impetuoso proporciona um prazer imediato, um arrependimento e mal estar duradouro. E muitas vezes nem se trata de prazer, mas puramente uma ansiedade incontrolável de adquirir algo, mesmo sabendo que não precisa daquilo, ou que não seria o momento para a sua aquisição.


E parece incrível o fato de que conscientemente a pessoa saiba o que fazer, mas é vencida pelo impulso. Todo comportamento recorrente é assim.


Mas, com a PNL conseguimos identificar como esse processo funciona e corrigi-lo de modo incrivelmente rápido e fácil.


Primeiro, devemos admitir o fato de que todo comportamento é regido por processos subjacentes, ou seja, sintaxes mentais que estão instaladas na porção inconsciente da mente das pessoas. Um gatilho dispara o processo e quando você da conta, já fez.


Vou relatar aqui uma entre as situações extremas que tratei para que o leitor entenda como isso funciona.


Atendi a uma cliente que tinha compulsão por consumo. Para quem nunca se deparou com isso, ficará impressionada, pois os sintomas da compulsão por consumo, muitas vezes são idênticos aos outros tipos de compulsão. A pessoa fica descontrolada, o coração dispara, tem sudorese, não consegue mais coordenar os seus pensamentos, até realizar o ato da aquisição. Daí ela se acalma e é tomada pelo arrependimento e remorso.


E as consequências, além da financeira, podem se tornar abrangentes, provocando até a degradação da estrutura familiar.


É claro que esse é um caso extremo, mas o processo entre essa situação e as menos graves tem o mesmo formato.


Para o caso da compulsão à qual me referi logo acima, a razão dos sintomas compulsivos estava relacionada com a separação dos pais de forma dramática. Acusado de ter molestado as filhas, ocorreu a separação e o pai teve que ficar afastado. Ele só podia fazer visitas esporádicas, e muito rápidas, com a assistência de alguém – a chamada visita assistida.


Porém, enquanto ele permaneceu com a família, expressava afeto e carinho para as filhas, o que não ocorria da parte da mãe. E para uma criança, o que importa é o afeto. A mãe era crítica, destrutiva e agressiva.


Quando o lado afetuoso vai embora, a criança se percebe abandonada, desamparada e constantemente ameaçada. O medo impera e ela deseja se recolher.


O cenário que determina que uma pessoa se torne compulsiva é determinado pela seguinte combinação: graves lacunas de afetividade na infância e a busca inconsciente de compensações nas coisas percebidas como prazerosas. Mas o prazer não dá as respostas e então as doses do objeto da compulsão vão aumentando. A pessoa extrapola os limites do prazer e entra na compulsão.


No caso da pessoa que tinha compulsão por consumo, quando fizemos o tratamento, verificamos que a origem estava nos momentos quem que o pai vinha fazer as visitas rápidas e sempre trazia um presente. Existia a enorme alegria pela presença do pai, que era muito esporádica e de curta duração.


Na interpretação subjacente da criança, o presente ficou vinculado á expressão de afeto vindo do pai. Quando o pai ia embora, as crianças se agarravam emocionalmente aos presentes e choravam a sua ausência.


Para uma delas, que na época tinha seis anos, o ato de presentear se tornou sinônimo de compensação de afeto. A ansiedade gerada pelo desejo da presença do pai ficou vinculada a ansiedade do ato de receber presente e mais tarde, passou a significar presentear alguém para receber afeto.


Identificamos o processo completo e tratamos as causas em uma única seção, e agora o meu cliente é um baita pão duro. Ainda bem que tínhamos negociado as bases financeiras do tratamento antes da “cura”. Rsss


Comportamentos impetuosos de menor gravidade possuem a mesma estrutura do qual foi descrito aqui. Um gatilho dispara um processo que me leva ao ato. O ato é um processo inconsciente e muitas vezes, domina a “razão”.


Sair de casa para comprar algumas coisas, olhar para um item na vitrine que não estava em seu rol de necessidades, ser tomado por um enorme ímpeto, fazer o diálogo interno “isso tem que ser meu”, entrar na loja e comprar em estado alterado das emoções é algo muito comum, mas que provoca a eterna bagunça na administração financeira pessoal.


Essa parece ser uma dificuldade de menor importância, mas tem o poder de impedir a realização de metas e objetivos que trariam excelentes resultados para o futuro.


Se esse tipo de comportamento for muito presente em você ou em alguém que você conheça, saiba que um tratamento terapêutico de curtíssima duração com PNL o elimina com enorme rapidez e facilidade. O único problema é juntar dinheiro para fazer o tratamento. Rsss

Mauricio Magagna

Master Trainner Em PNL


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