Você É Dono Do Seu Destino Ou Tem Alguém Decidindo Por Você?

Todos nós vivenciamos momentos nos quais nos perguntamos por qual motivo, apesar dos nossos esforços, não conseguimos obter os resultados que desejamos. Existem situações nas quais nos comparamos com outras pessoas que, aparentemente com menos recurso intelectual ou menor nível de conhecimento que o nosso, parecem obter o que querem com facilidade, enquanto para nós, a maioria do que desejamos parece sempre estar fora do nosso alcance.


E nos impressiona o fato da resposta se revelar para a minoria. Para a maioria, mesmo com grandes esforços, o resultado é pequeno. Um exemplo do que estamos abordando está na resposta obtida quando se investe em cursos de graduação e especializações. Existem cada vez mais cursos de especialização, mas não temos tanta gente conseguindo os resultados que se espera através dos estudos.


A explicação de tanta frustração está na estratégia. A melhoria dos nossos resultados não depende de quanto conhecimento acumulamos, mas sim, do quanto desse conhecimento se transforma em atitudes. Pessoas de sucesso colocam o máximo de atitude em alguma quantidade de conhecimento que possuem. Contrastando com essa realidade, muitas pessoas com elevado nível de informação não saem do lugar.


E se a observação atenta sobre a vida das pessoas confirma essa constatação, torna-se apropriado indagarmos o que nos impede ou que nos possibilita. A reposta é: nossas crenças. Em que efetivamente acreditamos? Acreditamos que podemos ou que não podemos? Que somos capazes ou que não somos capazes? Que as coisas são possíveis ou impossíveis para nós? Que merecemos ou que não merecemos?


Mas a resposta pelos caminhos normais não é tão simples de ser obtida, pois o que o consciente diz, muitas vezes não tem nada a ver com o que reside em nosso inconsciente. E boa parte do que está no nosso inconsciente afeta as nossas crenças sobre nós mesmos e pior, veio das outras pessoas. Basicamente de quem nos criou, de quem exerceu poder pessoal sobre nós e do meio onde vivemos fases importantes da nossa vida.


As pessoas que nos cercam e que possuem poder pessoal para nos influenciarem nos transmitem conhecimentos importantes, mas ao mesmo tempo, influenciam de modo poderoso as nossas crenças. E como a maioria das pessoas possui crenças limitadoras, temos sempre grande chance de assimilarmos tais crenças, tornando as nossas vidas também limitadas. Comparando as nossas mentes com um computador, os conhecimentos e influências que recebemos se comparam a programas infectados por vírus.


E então os nossos pensamentos e atitudes passam a se referenciar a essas crenças e os resultados que obtemos não são muito diferentes dos resultados dos que nos influenciaram.


A rigor, estamos assim vivendo uma realidade estabelecida pelos outros e ainda muito longe de tomarmos as rédeas de um destino que poderia ser muito diferente. Quando nos damos conta disso, começamos a entender a necessidade da busca de recursos para temos a vida que poderíamos ter.


Ocorre que quem nos influencia durante o desenvolvimento da nossa personalidade, não por maldade, mas sim por ignorância das questões comportamentais, afeta níveis profundos do nossa mente. Em Neurolinguística esse assunto é estudado no processo de aprendizagem em função dos níveis neurológicos. Quem nos cria define modelos para as nossas crenças, identidade e em nível mais profundo, sobre os nossos conceitos filosóficos ou espiritualidade.


E como essas influências residem em nosso inconsciente, o desejo consciente de pensar e agir de outra maneira, via de regra, é insuficiente. Em muitos casos, o fato de pensarmos em algo que desejamos, apesar de conscientemente ser melhor para nós, chega a causar até algum desconforto físico ou emocional, como se não fosse do nosso merecimento. Isso porque em algum momento alguém nos convenceu disso, em nível mais profundo da nossa mente.


Interessante também é a tendência de escolher os nossos parceiros afetivos através da cópia do modelo de comportamento que melhor assimilamos, ou seja, pessoas com personalidade parecida com a da nossa mãe ou com a do nosso pai. Com isso, transferimos a nossa dependência que tínhamos do pai ou da mãe para o marido ou esposa. Isso perdura até que a pessoa perceba que está infeliz e perdendo o brilho próprio. A depressão é uma consequência típica dessa situação.


E existe saída? A Programação Neurolinguística tem nos apresentado respostas que se não tivessem embasamento científico, seriam confundidas com milagres operando. E o curso mais abrangente que nos capacita a redirecionarmos as nossas vidas para a obtenção do que queremos é o Practitioner, pois nele aprendemos a entrar em contato com as nossas crenças e impedimentos e eliminarmos o que nos restringe.


A devida dedicação aos conhecimentos da PNL nos possibilita o que chamamos de liberdade emocional, que alinha os nossos comportamentos com as nossas crenças, com a nossa identidade e com a nossa espiritualidade (ou filosofia de vida). Passamos a ser pessoas plenas e cheias de recursos e munidos dos recursos vêm as conquistas. E assim, para cada novo desejo e projeto, as restrições podem ser identificadas e eliminadas, através de um processo de ressignificação. Muitos desses processos são ensinados em nossos cursos.


Uma ótima semana e forte abraço!



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